21 de abr de 2008

Alçar



Das penas de castigos e sofrimentos,

p'ras penas que formam asas,
voar !

A Fésta Brasil

sangue dos pobres sem opções,
purpura puros, pedaços de estrelas
Ceres passeando pelos infernos
heros por putas, por surras, por ninfas
esses reles fregueses...a verdadeira ralé
olhares puros interesses, peles macias, claras limpidas
puras pela incertezas, pelos cachos pelos pelos
a safadeza da pura putaria, purpurinas em pós em pelos.
As jóias aos porcos, regados a Chivas 18 years,
pureza de escapamentos curando dessassosegos
propinas vazando pelos cofres abarrotados...
meninas tão lindas, meninos tão ladrões
carros, moveis e imóveis, na surdina mais impostos.
povo imovel eu atonito,
juizes e sentenças, policias e bandidos na mesma fésta
todos vendidos e comprados caros, carissimos amigos
subamos ao morro no novo trem da alegria Magistral
na Justiça do trabalho, a injustiça
atirando pelo social...acertando o social
é festa sem consequencias na conta dos cartões
e os farois abarrotados das misérias,
desvios dos impostos mais altos do mundo,
é nossa a festa e a conta paga de novo
pela mira do menino que ja é rapaz
cansado de lavar seus vidros no farol
veio te cobrar, a sua, a nossa parte da culpa
o gatilho acionado
é o nosso Brasil crescendo e explodindo
em nossa cara.